Rebeca Zavatini

Rebeca Zavatini, Belo Horizonte, Brasil.

Sou bacharel em direito, atuante na área do processo eleitoral e administrativo.

Voltada para a política,  meu objetivo nesse blog é informar e incentivar a juventude brasileira a atentar-se para questões políticas e para os políticos do nosso país!!

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12 Respostas para “Rebeca Zavatini

  1. Mariana Simões

    Legal a formação e o engajamento. Como diza Kant: “de nada vale o saber se não posto em prática”.

  2. Gabriela

    Muito bom esse blog! Difícil encontrar hoje jovens interessados para discutir e comentar política. Adorei!

  3. Karin Nery

    Beca,
    Que legal, vc tb gosta de política! Li recentemente um livro mto bacana q ajuda a entender o quadro dos partidos políticos atualmente, chama-se: “Introdução à História dos Partidos Políticos Brasileiros”. Do Rodrigo Patto Sá Motta. Vc conhece?
    Manda notícias!
    Beijo

  4. Natalia

    Ah que legal, além de linda é inteligente!!!! Faço direito e amo direito público, e a matéria que mais me cativou na faculdade foi Ciência Política!!!! Adorei o blog, virei sempre aqui!!!!

  5. Eduardo Sales

    Uma iniciativa deveras interessante e importante. Contudo, achei bastante parcial, se trata de informação e sensibilização quanto aos assuntos e questões de índole política? Ou um convite à convicções partidárias pré-definidas? Lembre-se Rebeca, em um país onde a maoria do povo é carente em opinião, a informação deve ser neutra e o leitor é que deve escolher qual camisa vestir!

    • Muito obrigada, pela dica.

      Porém, aqui é um BLOG, e este é o meu blog, consequentemente exponho as minhas opiniões ALÉM de informar!!

      Afinal, quando se cria um blog próprio, se diz “quase” o que quer não é mesmo?? Digo quase, pois prezo pelo respeito e cordialidade entre todas as pessoas, entre os políticos, partidos políticos, entre seres humanos, respeito a liberdade de imprensa e opinião.
      Imparcialidade é um assunto complicado, pois quando já se tem uma opinião formada, ainda que inconscientemente, esta será defendida!

      Muito obrigada!

      Rebeca Zavatini.

  6. j.gabriel

    Impressão minha, ou uma mosca passou por aqui? Beca, com a primeira frase, não preciso nem usar todo o famoso jargão do abandono: “às moscas”. Falta de tempo, eu aceito, preguiça, não é coisa do seu feitio, então, a opção mais provável parece ser que as suas férias com blog excederam o limite! Está correta está reposta, Silvio? Acho que sim, e não precisei pedir ajuda às cartas, nem mesmo aos universitários, coitados, a sorte deve ser mais certa do que eles. Sou chato? Claro!Beca, apenas desejo que continue a desenvolver o que considero ser a melhor das suas qualidades, a capacidade de se expressar criticamente, não deixe de aprimorar esse dom, me perdoe o termo, mas coloque a “cara a tapa” sempre que puder. E se servir de alento, ou maldição, serei sempre um crítico chato e presente por aqui! E espante as moscas!!!!

  7. Jean

    Ótima qualidade.Tem estilo e variedade de informações.Acho que está tão bom que acabou destacando um defeito.O blog não tem um espaço para política internacional e, considerando seu estilo e inteligência, acho conveniente e interessante que você aborde o tema.Tenho interesse em política e um modesto texto a respeito dos acontecimentos recentes no Egito, mas não tenho um blog e nem material para criar um.Gostaria muito de poder te enviar e ficaria agradecido se aceitasse colocar ele no seu blog.
    ATT.
    Jean Cherem

  8. Jean Cherem

    OI Rebeca.
    Com relação aos temas colocados no blog em abril, acho que refletem muito bem a perspectiva que o povo tem da política. As pessoas não olham para as questões públicas como uma interferência nas relações sociais. Preferem ver como um meio de obter dinheiro público, mesmo que sejam quantias insignificantes, menos de R$ 1.000,00.Aqui, quando dizem que o mundo é dos espertos, não estão se referindo a pessoas com boas idéias. O caso da merenda é mais um entre muitos, mas é o que as pessoas entendem por política, pois é a pouca formação que o brasileiro tem a respeito do tema. Quando entram para a política, o que muita gente tem em mente é um dia ter um bom cargo e o usar para fazer dinheiro.É como se a finalidade da organização política fosse arrecadar dinheiro público para os políticos gastarem.
    Muitas pessoas vivem acreditando que nada além de corrupção move a política, a história. O mundo construído pela democracia é o mundo da consciência do homem comum. Parece poético nos livros e foi um pesadelo para os opositores do estado democrático, no século XIX. Ainda assim, eles não sabiam como as pessoas poderiam ser manipuladas por ideologias, e os políticos europeus pioneiros na democratização dos estados do ocidente conseguiram ampliar o capitalismo de que as massas reclamavam, as usar para conquistar colônias e as convenceram arriscarem a vida nas guerras, enquanto coexistiam com os partidos comunistas. Não sei se conhece o trabalho de Eric Hobsbawm. A era dos impérios, se não me engano, é bem objetivo neste ponto.
    A principal característica de uma revolução ou um ideal é que as pessoas não recebem exatamente o determinado.Deixar as pessoas votarem e dizer que elas tem liberdade de consciência não é a mesma coisa que dar a elas alguma consciência do mundo. Na verdade, o poder de selecionar informação e perspectiva faz a diferença nas relações sociais. Digo não apenas na política, mas nas relações familiares, pois os valores e os meios de estabelecer o poder estão ligados e presentes em todas as relações, até entre os animais. Claro que somos mais inteligentes, e por isto temos modos mais sutis de dominar e excluir os outros.
    Democracia é uma coisa vinculada à introspecção. Dependemos disto para nos avalirmos como seres humanos e para compreender os demais, respeitando as diferenças para que todos tenham espaço para trabalhar a individualidade e os assuntos públicos. O problema é que nossa sociedade trata a introspecção quase como um defeito. Embora muito seja dito sobre a evolução do mundo e da tecnologia, as pessoas são cada vez menos informadas, exceto a respeito dos “clássicos do entertenimento”.
    Acho que apenas para estas coisas é que as pessoas sempre tem tempo, por mais que considerem a vida moderna muito corrida. Tudo bem que não devemos estereotipar, pois realmente, a maioria de nós tem pouco tempo e muitas prioridades, tanto que você não tem tempo disponível para colcoar tudo o que pensa no blog e eu não estou tendo tempo de fazer material para o colocar no meu flickr. Dependo da luz e do clima para fotografar e até chegar o inverno, terei que aguardar uma coincidência entre boas condições climáticas e tempo livre. Pensar se tornou uma coisa tão incomum que quando fui comprar um monitor, os vendedores de diversas lojas não sabiam me explicar as especificações técnicas.Apenas repetiam o que eu poderia ler sem entender na caixa do produto.Para entender as especificações, bastou uma rápica pesquisa na internet. Acabei descobrindo que preço e qualidade são coisas mais distintas que o esperado.As pessoas tb nem sabem comprar um computador, pois não entendem nada a respeito.Não estou falando de conhecimentos especializados e sim do básico para fazer uma escolha de acordo com a necessidade.
    No que se refere aos direitos das minorias, a sociedade pode ter feito uma democratização considerável, da mesma forma que fez ao reconhecer igualdade da mulher. Neste caso, não foi uma mudança baseada em direitos, pois o potencial das mulheres foi reconhecido e aceito, embora ainda exista preconceito. A cultura escondia o preconceito e as mulhres eram tratadas como objetos quase humanos, com homens dando uma aparência de proteção, quando na verdade as subestimavam e as mantinham prisioneiras em suas próprias casas. Esta prisão era camuflada como uma obrigação moral. O campo dos valores define muita coisa na vida pública e na vida privada e é com ele que devemos tomar cuidado quando se fala em democracia, pois alguns dos valores podem não ser mais que a nossa forma de oprimir, como ocorreu em toda a história.
    Não temos como saber o futuro, mas vejo o mundo mudar e não gosto muito, pois as mudanças são mais para peculiridades individuais que a algum tempo sofriam algum preconceito.Não que não seja importante respeitar as peculiaridades culturais.O problema é que não vejo a sociedade mudar para ver a cultura e a política para além do ego. As pessoas se preocupam apenas com a individualidade. As pessoas que tem o poder não pensam assim e encontram caminho livre.
    Uma contradição do capitalismo é que os detentores do poder sempre se empenharam em convencer as pessoas comuns a acreditarem em valores que eles mesmos não seguem. Sempre foi necessário economizar para se poder investir, mas a economia depende de demanda, de consumo. Um empresário que trata o dinheiro da empresa como os empregados tratam o salário.Ele tambem não vai ter como modernizar a empresa ou passar pelos momentos ruins, frequentes. Também não vai ter como pagar as prestações do carro e teremos que apreender.Por mais que eu critique esta cultura de consumo irresponsável, é ela que paga minha faculdade e minha câmera.Olha que trabalho apenas com busca a apreensão de veículos. Se formos somar os demais ramos da economia, inadimplência é uma coisa tão frequente que criou um grande mercado para as empresas de cobrança e escritórios de advocacia. Uma outra contradição é no tipo de consumo. Estas pessoas não consumiram os produtos fabricados em massa, embora elas sempre tenham tentando fazer a produção industrial em massa ser considerada um triunfo da humanidade. Os automóveis de luxo tem parte feitas manualmente, iates, jatos e helicótperos tem partes personalizadas. O mundo das relações sociais fornece espaço demais para ilusões e por meio delas é possível dar uma parte da democracia ao povo e tirar dele talvez até mais que se poderia fazer numa ditadura.
    Você tem um estilo bem objetivo, mas embora eu seja uma pessoa bem reservada, objetividade é um dom que nunca tive. Não sei se acabei me distanciando do assunto ou sendo prolixo. Não esquece de me mandar seus comentários sobre meu texto.
    Até mais.

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